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Resenha: debut álbum do Macabre Agony é avaliado pelo redator Pablo Eduardo

Resenha de CD originalmente publicada pelo blog Extreme Agression

Por Pablo Eduardo

Nota: 09.0/10.0

A banda MACABRE AGONY foi criada em meados de 1997, e hoje venho resenhar a vocês esse petardo dos infernos, que se chama “Dry Mankind”!!

Lançado originalmente em 2001, e relançado em 2017 pela Eternal Hatred Records, esse álbum apresenta uma sonoridade que unifica três gêneros do Metal: Death, Black e Doom Metal. O material apresenta uma guitarra fantástica, pesada, muitas vezes rápida e outras vezes arrastada, devido ao seu estilo.

Riffs bons neste material é o que não faltam, por exemplo a sexta faixa, “Vox Clamantis”, que foi o que mais me surpreendeu, pelo fato dela ser rápida, com passagens arrastadas. A bateria neste disco soa magnifica! O baterista, com sua linha aniquiladora, usa e abusa do bumbo duplo. Já o baixo, em algumas faixas, se mostrou ativo e superior, mas não é em todas que essa máxima é seguida. No caso do vocal, os screams e guturais se mostraram evolutivos e bem cavernosos!

Então, vale a pena adquirir esse material? Sim vale muito! Apenas com a junção destes três gêneros do Metal aqui reunidos, já valeria o gasto, pois tudo é muito bem feito. A banda tem sua identidade e seus músicos são excelentes no que fazem!

A primeira faixa do álbum é “Apocalypse Now”, que tem um puta riff sensacional, e logo se vê que a banda tem influência direta em bandas de Death Metal que apresentam um som com variações rítmicas, bateria aniquilando e o baixo se envolvendo na música. Em seguida temos a segunda do material que se chama “Sarcastic Marvel”, começando numa ligeira calmaria, mas depois pega fogo do nada. Mais um excelente riff de guitarra, vocal entrando em campo com clareza e oportunismo, além de possuir uma bateria se mantendo importante.

A terceira música chama-se “Macabre Agony”, e é incrível como esse material tem riffs de guitarra sensacionais, bateria com viradas e pedais que me tiram o fôlego, além de “quebras” comuns no estilo. Essa faixa é aqui é perfeita para o headbanging! “Essential” já começa naquela podridão, com gritos furiosos e levadas de guitarra sensacionais, já “Aborting the Beast” tem aquele jeito demoníaco, com seu riff mais uma vez servindo de referência.

A sexta faixa chama-se “Vox Clamantis” e provavelmente é a melhor do disco, principalmente por ter um baixo bem ativo, riffs impecáveis e uma bateria aniquilando quase o tempo inteiro. A última música do álbum é “Evil’s Poetic”, se caracterizando por ser tensa, rápida e com mais um excelente riff de guitarra, bateria se elevou a um nível acima e o baixo com sua linha impactante!