Contato Anuncie Loja Baixar Distribuidoras Selos Artistas Clipping Assessoria de Imprensa Quem Somos Serviços Agência Home Notícias Joao Duarte J.Duarte Design www.jduartedesign.com
Resenha: confira primeira avaliação brasileira para o debut álbum do Infector Cell

Resenha de CD originalmente publicada pelo portal Whiplash

Por Pierre Cortes

Nota: 09.0/10.0

O universo da música pesada tem nos presenteado com certa constância com o surgimento de bandas que, cada vez mais, fazem um som intenso, vigoroso e brutal, engrossando assim as fileiras dos bons grupos do underground nacional e gringo também. O INFECTOR CELL, banda oriunda de Cotia – SP, se enquadra perfeitamente nessa realidade.

O quarteto foi formado em 2006 e executa um Thrash/Death Metal em que a velocidade dos riffs e da bateria são pontos essenciais. Obviamente, o vocal furioso e o baixo forte e pesado completam o tom e fazem com que o grupo se destaque no cenário.

Em 2008 lançam a demo intitulada “Welcome to Brutal Reality” e anos depois sai “Frontal Attack”, o primeiro EP. Em 2017, através da parceria entre diversos selos, aparecem com “Cultura Suicida”, o primeiro full-length. É uma estreia de peso, uma avalanche sonora literalmente falando, pois os meninos mandam bem demais e enviam o recado sem dó nem piedade.

O ouvinte irá se deparar com um total de 10 composições cheias de rapidez e fúria, num total de praticamente 32 minutos de um Thrash/Death Metal com muita qualidade, inclusive quanto ao item produção do álbum. Destaques da obra: “Minds Slaving Minds”, a melhor do trabalho, é pesadona, veloz e traduz perfeitamente o estilo que executam; “Gritos de Agonia” tem uma introdução que me fez lembrar alguma coisa do Slayer, porém com identidade própria; “Auto Sentença de Destruição” tem um solo fantástico e que se destaca no conjunto da obra.

O álbum termina com aquela sensação de que a banda fez o dever de casa muito bem e dá uma vontade imensa de colocar o CD para rodar de novo. Não tenho dúvida alguma de que, o que pode ser lançado daqui para frente, será ainda mais poderoso. Enquanto isso não acontece, os amantes do gênero poderão se divertir com “Cultura Suicida”. Ouçam sem qualquer tipo de moderação.