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Resenha: debut álbum do Macabre Agony é avaliado pelo redator Ricardo Costa

Resenha de CD originalmente publicada pelo site Metal na Lata

Por Ricardo Costa

Nota: 07.0/10.0

Investindo em um Death Metal rude e bastante pesado, o MACABRE AGONY já chega intimidando com “Dry Mankind”, seu álbum de estreia. Levando em conta a “distocia” desse parto, afinal, o disco em questão está pronto desde 2001, porém só viu a luz do dia este ano, podemos afirmar que persistência é uma das virtudes da banda. Uma característica louvável, pois todos sabemos da dificuldade de se sobreviver nesse mercado tão acirrado.

O som trabalhado pelo MACABRE AGONY prima pela simplicidade, sem grandes inovações ou vanguardismos desnecessários. A produção correta do estúdio Mr. Som (do Marcelo Pompeu e Heros Trench do Korzus) favorece o bom resultado final de “Dry Mankind”, embora para o padrão do estúdio, a gravação se mostre bem básica. Talvez seja intencional, justamente para realçar essa abordagem mais crua do gênero.

Em uma breve audição, podemos observar os preceitos básicos de uma banda que ouviu muito Cannibal Corpse, Deicide, Morbid Angel e outros medalhões no intuito de moldar sua própria personalidade.

Músicas como “Apocalypse Now”, “Essential” e “Evil’s Poetic” (com alguns momentos viajantes/atmosféricos inseridos no contexto) refletem os anseios de um veterano na cena (a banda foi fundada em 98!), mas que ainda carece de certo amadurecimento para alçar voos maiores. Um bom disco de estreia, mas a banda ainda precisa mostrar a que veio. Quem sabe no próximo.