Contato Anuncie Loja Baixar Distribuidoras Selos Artistas Clipping Assessoria de Imprensa Quem Somos Serviços Agência Home Notícias Joao Duarte J.Duarte Design www.jduartedesign.com
Resenha: debut álbum do Macabre Agony é destacado no blog Taverna dos Gûaranim

Resenha de CD originalmente publicada pelo blog Taverna dos Gûaranim

Por Lörindir Elwë Singolo

Bom, para quem curte um Death Metal, posso dizer que vai adorar a banda MACABRE AGONY, pelo simples fato de não enfeitarem nada… Um Death cru e direto é a proposta da banda em seu debut “Dry Mankind”, originalmente lançado em 2001, e que em 2017 ganhou um relançamento físico através da Eternal Hatred Records.

A banda já tocou com Hawthorne, Torture Squad, Eminence, Oligarquia, Affliction, Vomepotro, NervoChaos, By War, Korzus e tantas outras que com certeza sabem do peso e poder da música dos caras. Dá para se notar influências boas, na pegada como me arrisco dizer um toque de Sepultura e Sarcófago, Death… porque não? Fontes inspiradoras nacionais e internacionais.

O disco abre com uma espécie de oração em aramaico, hebreu, árabe, não me arrisco a dizer, mas lembra muito filmes de terror… para começar a pancadaria com “Apocalipse Now”. Daí você pode esperar o que vem a diante… “Sarcastic Marvel”… Algo que me lembra Carnivore do falecido Peter Steele (ex-Type O Negative), mas sem deixar de mostrar que é 100% nacional. Mais uma vez banda brazuca surpreendendo na técnica e qualidade sonora.

Vocal foderoso do Felipe Mras, mandando bem, também, na guitarra, acompanhado da pancadaria sonora da bateria de Felipe Gentil (gentil, só no nome), e do peso brutal do baixo de Willian Ferreira. O álbum segue com a sonoridade em alta nas ótimas “Macabre Agony” e “Essential”, mostrando técnica e poder. A segunda, em certa parte, tornando-se mais densa, mórbida e pesada.

A quinta música “Aborting the Beast” tem uma pegada grudenta, com um baixo solo foda em uma “paradinha” bem legal, me fazendo eleger esta uma das melhores do CD, sem desmerecer as demais, que são igualmente fantásticas. Continuando, temos “Vox Clamantis” mostrando as fontes bebidas pela banda e a identidade que cada um procura! Sim, conseguem a própria identidade. Com certeza vão ser daquelas que você ouve o início e identifica a banda e a música. Porrada demais! Que vocal foda!

Encerrando magistralmente o CD temos a “Evil´s Poetic”, com uma levada muito bacana e me arrisco dizer um pouco de diferença na pegada, sei lá… cara, foda demais! Gosto de ver bandas que saem da mesmice e procuram algo para se destacar. É isso, espero muito poder ver um show desses malucos e perguntar para o Felipe Mras o que faz para manter a voz, porque vou te falar hein! Aumenta o volume e bata cabeça! Que os macabrudos tenham voltado de vez!

Agradecimento ao pessoal da MS Metal Agency Brasil que mandou o material…