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Resenha: mais um capítulo escrito na carreira da banda brasileira Bloodwork com seu novo álbum

Resenha de CD originalmente publicada pelo site Rumors Magazine

Por Henrique Leitão

Nota: 08.5/10.0

Mais um petardo chega às minhas mãos, através do pessoal da Eternal Hatred Records. Puta disco destes caras da BLOODWORK, que já acompanho desde o comecinho de sua carreira. Inclusive, já vou cobrar uma cópia do relançamento do primeiro disco com bônus, hein doutor Eduardo Macedo!

Cobranças de lado, este “Feed On The Dead” é o BLOODWORK na sua mais completa essência, então, pra que já os conhece todos os elementos que eles propagam estão aqui, de forma intacta. Letras esporrentas, músicas velozes e com poucas passagens cadenciadas, vocais extremamente guturais, cozinha afiada e uma produção musical primorosa. Desculpem se pareço parcial, mas algumas bandas não consigo deixar meu lado fã de lado, e o BLOODWORK é um destes poucos exemplos. O disco é curto, algo similar aos primeiros trabalhos do Cannibal Corpse, apenas para lhes situar, o que é um convidativo para o “repeat” após sua conclusão. Acreditem, vocês certamente farão isso, principalmente se ouvirem com o encarte em mãos, “saboreando” as letras (risos).

Mais um lançamento de qualidade do pessoal da Eternal Hatred e, novamente vou cobrar pelo relançamento do primeiro disco dos caras, “Just Let Me Rot”, que já está fora de catálogo e que inicialmente foi disponibilizado por uma união de selos bem pequenos, o que não colaborou para uma distribuição adequada. Então, mãos a obra e que o Death/Grind do BLOODWORK seja eterno.