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Resenha: mais uma avaliação positiva para o debut álbum do Macabre Agony

Resenha de CD originalmente publicada pelo portal Whiplash!

Por Fábio Pitombeira

Nota: 09.0/10.0

Death Metal podre, esporrento e extremamente técnico é o que você certamente irá encontrar em “Dry Mankind”, primeiro álbum da paulista MACABRE AGONY, originalmente lançado em 2001, mas que agora em 2017 ganhou sua versão física, com produção gráfica altamente refinada.

Com o apoio da Eternal Hatred Records, eis que finalmente este discaço recebeu um lançamento adequado, mesmo que tenha demorado tanto. As músicas não soam defasadas, porque foram muito bem escritas, o que pode soar como algo atemporal, sem que soe pretensioso. Velocidade na medida certa, momentos arrastados convidativos ao headbanging e um vocal convincente do batalhador Felipe Mras, que mesmo com tantas adversidades, continua mantendo sua banda ativa. Tudo aqui é bem tradicional dentro do segmento, então não espere por inovações, e a proposta aqui não é essa mesmo! Algumas referências podem ser facilmente apontadas, após ouvirmos músicas como “Sarcastic Marvel”, “Macabre Agony” e “Essential”, tais como: Cannibal Corpse, Avulsed, Gorephobia, Exhumed e Carcass.

Um novo álbum nos foi prometido por sua atual gravadora, e podem ter certeza que vamos cobrar! Excelente banda e um extraordinário tributo ao Metal da Morte. Essencial!