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Resenha: mais uma avaliação positiva para o primeiro álbum da banda The Cross

Resenha de CD originalmente publicada pelo site Imprensa do Rock

Por Rogério Rezende

Nota: 08.0/10.0

Nada mais justo do que começar o ano de 2017 com o pé direito e, nós do Imprensa do Rock, estamos muito felizes com o retorno de uma das pioneiras do Metal brasileiro à ativa. Me refiro ao THE CROSS, banda baiana que literalmente começou a história do Doom Metal na América Latina, nos idos dos anos oitenta. Agora, com nova formação, nos brinda com seu debut álbum homônimo, após o lançamento de algumas Demos e do EP “Flames Through Priests”, disponibilizado em 2016.

Todo o clima do álbum é denso, milimetricamente montado com canções longas, arrastadas e repletas de melodias frias, o que pega pelo ouvido o fã mais ávido de bandas como Black Sabbath (antigo), Trouble e Candlemass. Ainda assim, mesmo com tais referências, o THE CROSS se vale apenas de um cantor que prima por vocais rasgados, sem muito apelo para o lado melódico. O trabalho de Eduardo Slayer é excelente, mas confesso que senti falta de passagens cantadas, algo na linha do Solitude Aeturnus, apenas para citar um exemplo.

Ainda assim, se prepare para ter uma audição longa, porém muito enriquecida por faixas muito bem compostas, por quem realmente entende do riscado. Duvida? Escute “The Skull & The Cross”, “Garden Of Silence”, “House Of Suffering” e depois venha conversar comigo. Indicado para os reais fãs do gênero.