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Resenha: mais uma avaliação positiva para o segundo álbum da banda Apoteom

Resenha de CD originalmente publicada pelo site Metal na Lata

Por Tarcísio Chagas

Nota: 09.5/10.0

Ah, o bom e velho Thrash Metal e sua nova onda de bandas brasileiras que trazem novos ares ao estilo, como os excelentes Machinage e Woslom, trazendo outra excelente representante de um dos celeiros de música boa, o Rio Grande do Sul, eu estou falando dos thrashers de Santa Maria, o APOTEOM.

O som dos camaradas traz um ranço old school nas composições, mas conseguindo fazer algo mais moderno (palmas para eles) sem perder a essência do estilo. Alguém criticará, dizendo que é impossível não soar modernoso, mas deem uma escutada em “Power Of Game” e na poderosa “Collapse” com um refrão sensacional e um solo de guitarra cheio estilo, e depois venham me cobrar.

O vocal de Pedro Ferreira tem um estilo mais melódico do que o habitual e é aí que a banda ganha pontos. Lembrando ligeiramente James Hetfield (Metallica), sua interpretação tem uma emoção única, num tipo de música que tem um lado agressivo aflorado e isso pode ser conferido especificamente na melhor música do álbum, “Two Wolves”, onde Pedro dá um verdadeiro show.

Não poderia deixar de falar a respeito da excelente produção de Léo Mayer, cristalina e muito pesada, na dose certa, elevando ainda mais o disco. Muito bom perceber que o Thrash Metal evolui, sem perder a alma inicial, trazendo qualidade e renovação na nova geração. Uma pena que só ouvi “Paper God” em 2017, porque certamente estaria na minha lista de melhores do ano passado. Altamente recomendado!