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Resenha: novo álbum do Misconducters é avaliado pelo redator brasileiro Leo Quipapá

Resenha de CD originalmente publicada pelo site Arena Metal

Por Leo Quipapá

(ciclo ou ritmo) Circadiano – designa o período de aproximadamente 24 horas sobre o qual se baseia o ciclo biológico de quase todos os seres vivos. Mas precisamos de apenas 33min para ouvir este segundo trabalho dos paulistas do MISCONDUCTERS.

Já resenhamos o primeiro deles um tempo atrás e este novo trás a mesma formação (Den – vocal e guitarra; Brisa – baixo; Vitão – bateria). Comparado ao disco anterior, este novo tem uma produção mais limpa e isso ajuda a assimilarmos melhor o som híbrido da banda. Lançado pela MS Metal Records, com distribuição da Voice Music, são oito novas faixas bem interessantes.

O álbum inicia com “Invasion”, que é cheia de variações, reforçando a veia Crossover da banda, tanto que há momentos que você chega a pensar que estão iniciando outra música. Seguem com “Reset”, que começa porrada e tem uma letra de apenas três frases distintas e “Wasting Away”, que tem uma mescla de Biohazard com Agnostic Front, solos de guitarra e tempos quebrados.

Interessante é que os caras colocaram só colocaram a faixa com título da banda neste segundo trabalho. “Misconducters” lembra bastante o D.R.I da fase “4 of a Kind”. Na sequência vem a faixa-título do trabalho. Uma das melhores do disco é “Power Driven”, com seu tempo quebrado e levadas percussivas, soando bem diferente dos demais sons.

A última, “Bad Slaves” é mais rápida e em algumas partes você tem a impressão de ouvir um som de banjo. Excelente material!