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Resenha: novo trabalho do Amenize é avaliado pelo redator brasileiro Pablo Eduardo

Resenha de CD originalmente publicada pelo blog Extreme Agression

Por Pablo Eduardo

Nota: 09.0/10.0

Fundada em 2010, a banda AMENIZE possui dois materiais: os álbuns “When Angels Turn Into Demons” e o “Black Sky”, este segundo que venho hoje resenhar à vocês!

A banda demonstra peso e melodia nesse álbum, com oito faixas que no total são mais de 32 minutos de audição do material. Nota-se que a banda, com seu som moderno, pode afastar muita gente por causa do radicalismo, se isso acontecer, infelizmente, o Rock/Metal está fadado a ficar na mesmice! Essa banda me surpreendeu, pois peguei o material em minha mão e comecei a ouvir, e minha boca imediatamente foi ao chão pela qualidade surpreendente do grupo!

A banda não peca em quase nada, seus riffs são excelentes mas a ausência de solos me deixou frustrado, quem sabe na próxima. A bateria é sensacional, tanto a pegada quanto a técnica são excelentes, o baixo ao logo do álbum cresce e evolui como nas faixas “Leeches” e “Black Sky”, e o vocal é sensacional quanto sua técnica, seja pelos seus gritos ou pelos guturais que são proferidos excelentemente. Temos aqui um vocalista que tem futuro no ramo!

A qualidade sonora do material é impecável, e a capa é seriamente bonita, já o encarte é simples, apresentando as fotos e letras do álbum. Essa é mais uma banda que crescerá com certeza no cenário underground brasileiro!

A faixa que abre o disco é “An Endless Dystopia”, que é narrada, em seguida “Unlocked” mostra peso e melodia em junção com um bom riff, definindo-a muito bem desta forma. A terceira é “Rivals”, que tem uma pegada de bateria impecável, refrão marcante e, mais uma vez, o riff de guitarra me impressionou! “Leeches” é a próxima, e o que é isso minha gente?! Que linda a introdução desta faixa, puxada do baixo sensacional, e estava me perguntando: “será que o material não iria ter um destaque do baixo?”, mas ainda bem que tem essa canção para suprir isso! O riff é mediano, mas o refrão é sensacional, sendo a pegada padrão do Metalcore que eles se propõem em fazer!

A quinta faixa é chamada de “Blood River”, servindo de ponte, com um clima calmo, para em seguida “Black Sky”, faixa que da título ao álbum. Riff de guitarra impecável, baixo realizando seu trabalho com elegância e sendo bem ativo. Que lindo! Bateria naquela pegada padrão da banda, ou seja, sensacional! E não poderia deixar de fora os gritos e a melodia que essa banda lhe entrega de melhor!

A sétima é “T-Rex”, que começa animada com o riff que, aliás, é mais um excelente neste material. Depois, temos o vocal alternado entre limpo e gutural, e a bateria mais uma vez se destacando. A oitava e ultima do álbum é “The Creator”, nesta faixa temos um riff cadenciado e arrastado, que é primeira vez que escuto neste CD, além do baixo continuar tendo destaque, e a bateria na mesma de sempre: pesada e marcante!