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Resenha: novo trabalho do Bloodwork avaliado pelo redator Rafael Toledo

Resenha de CD originalmente publicada pelo portal da Shock Radio Web

Por Rafael Toledo

Nota: 08.0/10.0

Não sou muito chegado nas vertentes mais extremas do Metal, porém, sei muito bem distinguir o que presta e o que não presta no gênero e nas suas inúmeras ramificações. Apostando em um Death Metal rápido e violento, os caras da BLOODWORK retornam com seu novo álbum, “Feed The Dead”, apresentando toda violência já conhecida dos seus fãs.

O material aqui é meio que uma continuação do seu debut, ou seja, produção refinada e que condiz com a robustez do estilo, letras extremamente nojentas e, até certo ponto, divertidas, vocais urrados e muita coesão por parte dos seus instrumentistas. Partindo daí, estamos diante de um grupo de músicos que sabem muito bem conduzir todos os clichês do segmento ao seu favor. Exemplos não faltam, sendo os mais emblemáticos cordialmente batizados: “Dead Body Affair”, “Taste my Dick Cheese”, “Mayhem Hysteria” e “Needlework”. Outro ponto positivo é a cozinha composta pelo baixista Henrique Joner e pelo baterista Felipe Nienow, ambos responsáveis por manter tudo aqui nos trilhos, e conseguem com maestria.

Se você é fã de bandas como Dying Breed, Cannibal Corpse (fase do Chris Barnes) e Dying Fetus e Cattle Decapitation, pode embarcar sem medo na proposta do BLOODWORK. Disco concebido por mentes doentias para mentes doentias.