DOLLFLESH: confira detalhes sobre o seu novo álbum “Zero, The Digital God”
Postado em 16/09/2026


A DOLLFLESH está prestes a apresentar uma nova versão de sua própria história com o lançamento de Zero, The Digital God”, álbum que revisita e reconstrói o trabalho originalmente lançado pela banda em 2000. Formada em São Paulo em 1996, a banda construiu sua identidade a partir do encontro entre Metal Industrial, eletrônica, sintetizadores e programações, chegando inclusive a realizar apresentações na Califórnia em 2003. Após um período de inatividade iniciado em 2005, o grupo retomou as atividades e passou a trabalhar, a partir de 2018 e posteriormente com o retorno oficial, na regravação e reformulação do material que agora ganha uma nova leitura sonora.

Com 11 faixas e aproximadamente 30 minutos, Zero, The Digital God” preserva a essência das composições originais, mas incorpora recursos de produção contemporâneos e uma abordagem que reforça o contraste entre elementos orgânicos e eletrônicos. O repertório inclui “DJ Big Toxic”, “Zero”, “Discharming Man”, “White Noise”, “Pin Up”, “Slavery Child Process”, “The Beauty”, “Thanatism (I Just Shot Maila Nurmi)”, “Get Down”, “Porno Devil” e “Wrong”, reunindo músicas que vêm sendo apresentadas ao público individualmente desde 2025. “Zero”, por exemplo, já havia chamado atenção pela combinação de bateria programada, riffs robustos, percussão orgânica e vocais que alternam momentos quase falados com passagens mais agressivas.

Na nova formação, a DOLLFLESH reúne Droeee nos vocais, teclados, sintetizadores e programações; Pedro Xu nas guitarras; Gui no baixo; e Henrique Pucci na bateria. A produção musical ficou a cargo de Pucci, que também realizou a captação das guitarras e da bateria no Estúdio Fusão, além da mixagem e masterização. A construção sonora combina bateria acústica, guitarras pesadas, baixo e eletrônica, com participações especiais de Lucci Damus, no rap de “DJ Big Toxic”, e Eramir Neto, no saxofone de “Get Down”. A faixa “Wrong”, por sua vez, traz composição compartilhada entre Pedro Xu, Droeee, Gui e Henrique Pucci, enquanto “The Beauty” aposta em bateria totalmente programada por Droeee.

O conceito de Zero, The Digital God” parte da faixa-título e da imagem de uma divindade digital onipresente e vigilante, mergulhando o conjunto em uma estética cyberpunk e distópica sem transformá-lo em um álbum conceitual no sentido estrito. A influência de nomes como Ministry e Nine Inch Nails aparece naturalmente nesse cruzamento entre peso, ruído e tecnologia, mas a DOLLFLESH procura manter uma identidade própria, algo que também já foi percebido em sua produção recente. “DJ Big Toxic”, “Zero” e “Thanatism (I Just Shot Maila Nurmi)” ganharam videoclipes oficiais, enquanto o lançamento do álbum, de forma independente e com distribuição digital pela Tratore, representa mais um passo na reconstrução de um trabalho que, originalmente produzido e distribuído de maneira independente em 2000, tornou-se uma peça cult da trajetória do grupo.

Para mais informações sobre as atividades da banda DOLLFLESH e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail [email protected].

 
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