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Resenha: confira avaliação do primeiro álbum do Inórbito assinada pelo redator Henrique Leitão

Resenha de CD originalmente publicada pelo site Rumors Magazine

Por Henrique Leitão

Nota: 08.0/10.0

Já sou um coroa que passou dos quarenta anos de idade, então pra alguma coisa me pegar pelos ouvidos atualmente, é tarefa bem complicada. Então, devo admitir que essa banda carioca INÓRBITO, conseguiu tal feito com seu debut “Idade Mídia”, que nos mostra um Hard/Heavy de respeito, todo composto em português e que muito me remeteu ao saudoso Kamikaze.

Originalmente a INÓRBITO iniciou suas atividades como projeto solo do vocalista Willy Arioli, todavia a coisa toda foi tomando corpo de banda propriamente dita com as entradas dos músicos Lucas e Diego Sena (guitarra), Jhony Paul (bateria), Felipe Cooper (baixo), Fellipe Cunha (teclado). Foi a partir daí que “Idade Mídia” tomou corpo e se tornou um álbum extremamente funcional e palatável.

Contando com dez faixas, o material soa bem conciso a partir da proposta de transitar entre o peso e passagens mais comerciais, tendo sempre como trunfo a belíssima voz de Willy. A produção é discreta, mas não compromete o resultado final obtido, que realmente acaba rendendo ótimos momentos. Partindo daí, as que mais me chamaram atenção foram “Viver e Mudar”, “Lugar Algum”, “Sem Medo de Errar” e a maior dentre todas, com mais de seis minutos, “Fique Bem Longe”.

Para os que não se incomodarem com a questão da língua, posso garantir que “Idade Mídida” pode vir a se tornar um filho mais novo do vovô Kamikaze e do tiozão Dr. Sin, pois potencial pra isso a bolachinha demonstra ter de sobra. Vale a pena o investimento…