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Resenha: confira primeira avaliação brasileira para o novo álbum do Apoteom

Resenha de CD originalmente publicada pelo portal Reidjou

Por Alex Viana

Nota: 09.0/10.0

O grupo gaúcho APOTEOM, praticante de um Modern Metal calcado na escola do Machine Head, retorna com o seu segundo disco, “Paper God”, muito melhor lapidado e produzido do que o seu anterior, “Alienation”. A evolução aqui é tão gritante que achei que tratava-se de outra banda! Apesar do direcionamento musical continuar o mesmo, tudo aqui tem um caráter evolutivo inacreditável, então, vamos aos fatos.

Sim, os mais puristas podem torcer o nariz para o APOTEOM, mas aqueles que estão atrás de músicas bem escritas, encorpadas e com alto teor de peso, encontrará em “Paper God” o seu mais novo disco de cabeceira. A produção a cargo de Léo Mayer evidencia todos os instrumentos, dando aquela roupagem mais voltada para o Industrial, o que casa perfeitamente com a proposta de composições como a faixa título, “Power of Game” e “Collapse”. Outro destaque vai para a performance de Pedro Ferreira, que evoluiu muito como cantor, encontrando seu ápice na melhor do disco, “Invisible Dictatorship”.

Como bônus o material ainda conta com uma nova versão para “Alienation”, do álbum anterior, e que aqui ficou muito mais encorpada. Mais um grande trabalho destes sulistas, que continuam no caminho certo rumo ao seu devido reconhecimento na cena nacional.