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Resenha: debut álbum da Aetherea continua ganhando espaço na mídia especializada brasileira

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Resenha de CD originalmente publicada pelo site Cultura em Peso

Por Enrico Bertaglia

Nota: 09.0/10.0

Como sou muito fã de bandas como Tristania, Epica, Sirenia e Leave’s Eyes, pra mim foi super tranquilo avaliar este primeiro álbum da paulista AETHEREA, “Through Infinite Dimensions”. Acredite, não foi exagero colocar uma banda nova ao lado destes medalhões da lista ao lado, e vou explicar o porque.

“Through Infinite Dimensions” foi um álbum que demorou muito para ser concebido, segundo informações a nós passadas pela atual gravadora da AETHEREA, a MS Metal Records. Desde a sua composição e até produção em estúdio, demandou muitos anos e muito trabalho dentro das infindáveis mudanças de formação que o grupo se acometeu. Tudo isso poderia comprometer a qualidade final do disco, porém não foi o que aconteceu.

O que temos aqui é um material extremamente bem composto e produzido, trazendo elementos do Power/Gothic Metal, que tanto foi popular na década de noventa, com o aparecimento de nomes como Theatre of Tragedy, Macbeth, The Gathering e muitos outros. Mas a AETHEREA também traz diversos elementos mais modernos nas suas composições, e toda aquela pompa e erudição, bem comuns nos trabalhos do Epica, por exemplo.

A vocalista Jessica Sirius pode facilmente figurar entre as principais cantoras do gênero no país, garantindo assim o sustentáculo que com posições como “My Hunter”, “Memories” e “Beyond Hell” precisam para funcionar, e se fazerem agradáveis e palatáveis para os ouvintes. Trabalho de gente grande e que deve despontar tanto aqui, como nos mercados europeu e asiático.