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Resenha: debut álbum do Machinaria em destaque no portal brasileiro Whiplash

Resenha de CD originalmente publicada pelo portal Whiplash

Por Júnior Frascá

Nota: 08.0/10.0

Banda de Bagé (RS), o MACHINARIA está na estrada desde 2011, e mais um bom nome da ótima safra do Thrash Metal nacional que vem surgindo em terras tupiniquins há um bom tempo.

O som da banda mescla elementos de várias escolas do estilo, com primazia daquela característica da segunda fase americana, como Sacred Reich, Vio-Lence e Forbidden. Mas há também algo do início da carreira do Sepultura.

Ou seja, é um som pesado e cru, mas com instrumental bem trabalhado e linhas vocais agressivas e cheias de ódio, transbordando fúria. Com variações entre momentos mais velozes, e outros mais cadenciados e brutais, com muito groove, a banda se destaca pela versatilidade, e por fazer com competência um som que, embora nada original, tem muitas qualidades. Conceitualmente, o disco trata da inquisição católica, realizada na idade média, um tema polêmico e aqui muito bem tratado. A produção de Bruno Dachi também é boa, deixando tudo na cara, e com todos os instrumentos bem timbrados e audíveis.

Assim, com “Sacred Revolutions, Profane Revelations”, o MACHINARIA se lança no mercado, e se coloca com um dos nomes promissores da nova safra nacional, tendo tudo para colher, com brevidade, muitos bons frutos.