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Resenha: debut do Iluminato em evidência na Inglaterra

https://www.msmetalagencybrasil.com/ptbr/wp-content/uploads/2012/03/capa-illuminato1.jpgResenha originalmente publicada pelo site Metal Ratings

Por Chris

Nota: 04.5/05.0

A ILUMINATO é uma banda de “Gothic Power Metal” do Brasil e este é o seu CD de estréia. As músicas são geralmente rápidas, enérgicas e bombásticas, com flertes ocasionais voltados para o Symphonic Death Metal, juntamente com algumas exuberantes quase sonhadoras passagens de Gothic Metal. Cada canção apresenta enormes e dramáticos arranjos de teclados e de cordas, que simplesmente nos fascinam com o seu majestoso teor épico.

O Power Metal é levemente balanceado com o peso e a melodia, servido como transição para o Death Metal sinfônico que é evidenciado quando a ILUMINATO aumenta a velocidade, intensidade, agressividade e complexidade. O ritmo não é implacavelmente rápido, no entanto, as exuberantes passagens de Gothic Metal estão bem espalhadas por todo o CD para adicionar um calor agradável e de beleza.

Os vocais são estilo “A Bela e a Fera”; os vocais femininos, cortesia de Liz Demier, são, sem dúvida, um dos mais belos vocais sopranos e encantadores que eu já ouvi. Não é apenas sua voz extraordinariamente suave e penetrante, mas muitas vezes ela tem uma arejada qualidade interpretativa, assombrando a sua entrega às composições que é quase hipnotizante.

Ela é especialmente fascinante quando canta durante as passagens exuberantes. Os vocais extremos se contrapondo a ela, é cortesia do outro membro da ILUMINATO, Pablo Ferreira. Ele oferece uma mistura de vocais guturais profundos, intercalando com ameaçadores vocais na linha do Black Metal, embora os vocais fechados, de longe predominam. Na verdade, é a agressividade do vocal de Pablo, responsável pelas inserções ocasionais no Death Metal, ser tão funcional para que a música do grupo seja sinistra e esmagadora.

Este é um CD excepcionalmente atraente para uma banda que está debutando. Embora tenha um tempo relativamente curto, contabilizando 37 minutos, ele passa a impressão de possuir muito mais tempo do que isso, em grande parte devido ao impacto emocional que o álbum imprime ao ouvinte. Todas as músicas são fortes e bem estruturadas, com transições suaves que vão da extrema velocidade para a cadência em bases ferozes e ameaçadoras.

Liricamente, a banda é uma celebração do pensamento individualista independente e, para esse fim, incluem referências frequentes, algumas delas muito engraçadas, do filme de comédia “Network”, de 1976, no qual o destaque é o (provavelmente louco) locutor Howard Beale.

“Reflections of Humanity” é um retorno aos dias de glória do Metal sinfônico que segue a linha “A Bela e a Fera”. Metal gótico com um toque moderno que certamente irá aquecer os corações dos fãs do Tristania, After Forever e Theatre of Tragedy.