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Resenha: nova avaliação positiva para o primeiro álbum da Trieb no Brasil

Resenha de CD originalmente publicada pelo site Metal no Papel

Por Andre Santos

Nota: 09.0/10.0

É sempre muito satisfatório ter um trabalho de excelente qualidade em mãos, se não for um exagero da minha parte, mas quem tiver a oportunidade de vir a conhecer ou mesmo ouvir o trabalho de TRIEB, após o término desta matéria, terá a plena certeza que o contexto lírico da banda está presente dentro de um conjunto a ser considerado como uma obra prima do Metal nacional. De fato, isso prova o quanto os músicos das vertentes do Metal têm a oferecer e apresentar ao público “Metalhead”, sem dever nada aos gringos.

Formada por G.Klausner em 2012, em Niterói/RJ, a banda iniciou suas atividades fazendo cover’s de Gothic Metal, mas logo a sonoridade dA TRIEB se expande com a entrada do guitarrista Tadeu Oliveira. Logo depois de um ano, entra mais dois membros para reforçar o time, sendo eles: H.Cordeiro e F.Mattos Gameleira, dando o pontapé inicial, no que resultou o primeiro registro em EP “May Dead Dreamers Become Living Nightmares”, voltado ao Metal moderno, e, mais um Single “In Stahlgewittem”, baseado na extrema direita da Europa, por tratar da Trégua do Natal de 1914. A letra foi composta a partir do fragmentos do livro homônimo do autor alemão Ernst Jünger.

Estes primeiros registros foram a entrada para o principal e primeiro álbum de estúdio da banda, o Petardo “Deserto”, que apresenta seis composições, com um pouco mais de uma hora de duração, sim com seis músicas (como o deserto é vasto em amplitude) o TRIEB, usa essa magnitude para dentro de suas canções que, aliás são muito bem cuidadas na parte de execução, e com todos os elementos possíveis presentes mencionados nas influências acima.

Estas mesmas influências sentimos na própria produção do disco, que conta com G.A.Klausner e Yuichi Inumaru, da Elenion Records. Já as masterizações foram realizadas no Studio Seven de Ronny Milianowicz (Amon Amarth, Kreator, Dragonforce, Angra e entre outros…). Já a bateria além de contar com o reforço de Rafael Marcolino, foi editada e mixada por Eduardo Belchior, na Intense Music Productions – Örebro, Suécia.

Na orquestração das faixas, temos a participação dos próprios músicos da banda, G.A.Klausner, T.Oliveira, com participação de Y.Inumaru, e a Valhalla Room Symphony Orchestra. Já na arte para a capa de o “Deserto”, temos a assinatura de Gustave Doré, editado por T. Oliveira (banda), e por Nathallia V. Leal, onde toda a representação se casa muito bem com os temas abordados pelo TRIEB.