Contato Anuncie Loja Baixar Distribuidoras Empresariamento
Artistas Clipping Assessoria de Imprensa Quem Somos Serviços Agência Home Notícias Joao Duarte J.Duarte Design www.jduartedesign.com Gravadora
Resenha: novo álbum do Misconducters é avaliado por Vitor Hugo Franceschini

Resenha de CD originalmente publicada pelo blog Arte Metal

Por Vitor Hugo Franceschini

Nota: 08.0/10.0

Pra quem não conhece, o MISCONDUCTERS é uma banda brasileira formada na Inglaterra em 2008 e que já chega ao seu quarto disco, total de oito trabalho se contarmos os outros formatos. O trio é formado atualmente por Den (vocal/guitarra), Brisa (baixo) e Vitão (bateria).

De alguma forma a sonoridade da banda é influenciada pelo Rock e pelo Punk inglês, algo natural, até porque o vocalista e guitarrista morou dez anos na terra da rainha e com certeza bebeu muito daquela fonte. Fato é que o grupo consegue mesclar bem suas influências que passam também pelo Hard Rock.

“Circadian” é sem dúvidas o disco mais polido da banda, e soa como uma evolução natural de seu antecessor “Boundless” (2015). Fato é que traz maior variação, incrementação de mais quebradas no andamento, além de ser um pouco mais trabalhado.

A poeirinha que enriquece as composições do trio ainda se fazem presentes, mas com menos intensidade. Outro fator preponderante no novo disco é a dose de agressividade, que é turbinada pelos vocais de Den, que estão mais intensos, e pela pegada e viradas fortes da bateria.

A produção de Caio Schmid (que também masterizou e mixou o álbum) ao lado de Armani Abarno é a melhor do grupo até então, mas continua soando orgânica como pede a sonoridade proposta. Destaque para “Invasion”, “Reset”, “New Line” e “Power Driven”, que chamam atenção de cara.