{"id":58994,"date":"2024-02-29T00:07:40","date_gmt":"2024-02-29T00:07:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/?p=58994"},"modified":"2024-02-29T00:09:35","modified_gmt":"2024-02-29T00:09:35","slug":"resenha-debut-da-inglorious-basterds-e-avaliado-pelo-jornalista-rodrigo-silva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/resenha-debut-da-inglorious-basterds-e-avaliado-pelo-jornalista-rodrigo-silva\/","title":{"rendered":"Resenha: debut da Inglorious Basterds \u00e9 avaliado pelo jornalista Rodrigo Silva"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-58556 alignleft\" src=\"https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Inglorious-Basterds.jpg\" alt=\"\" width=\"422\" height=\"422\" \/>Resenha de CD originalmente publicada pelo blog Avalanche Sonora<\/p>\n<p>Por Rodrigo Silva<\/p>\n<p>Nota: 08.0\/10.0<\/p>\n<p>Ser\u00e1 que temos aqui o representante brasileiro do <strong>Sabaton<\/strong>?! Talvez sim, mas apenas se pegarmos o tema &#8220;guerra&#8221; como foco para esta an\u00e1lise. Isso na verdade seria muito pouco, at\u00e9 injusto, ent\u00e3o n\u00e3o d\u00e1 pra jogar essa pecha nos brasileiros da <strong>INGLORIOUS BASTERDS<\/strong>, que nos entregaram um disco muito bem finalizado, mas que na parte musical n\u00e3o se parece em nada com os suecos.<\/p>\n<p><em>&#8220;Inglorious Hearts&#8221;<\/em> traduz na sua \u00edntegra o que prega o <em>Heavy Metal Tradiciona<\/em>l, e o que um \u00e1lbum deste g\u00eanero imp\u00f5e que tenha. As bases que incitam o<em> headbanging<\/em> est\u00e3o aqui,<em> riffs<\/em> melodiosos (sem exageros) idem, cozinha pulsante tamb\u00e9m, e as letras que parecem terem sa\u00eddo de di\u00e1logos, do roteiro de algum filme do Quentin Tarantino. tamb\u00e9m. Verdade, estes caras n\u00e3o se esqueceram de absolutamente nada, e entregam o que um f\u00e3 do estilo espera.<\/p>\n<p><em>\u201cOf Hawks and Rats\u201d<\/em> e <em>\u201cPapilon\u201d<\/em> foram as duas que mais me identifiquei, ent\u00e3o se caso voc\u00ea n\u00e3o tenha paci\u00eancia para ouvir um \u00e1lbum na \u00edntegra, essas s\u00e3o as minhas recomenda\u00e7\u00f5es mais seguras. E aqui cabe uma reflex\u00e3o, j\u00e1 que o nosso mercado est\u00e1 em constante mudan\u00e7a. No alto dos meus quarenta anos, jamais poderia imaginar, que surgiria uma gera\u00e7\u00e3o que n\u00e3o teria saco para ler um livro de meras cem p\u00e1ginas, ou escutar um \u00e1lbum que pouco ultrapassasse os quarenta minutos. Se este n\u00e3o \u00e9 o fim do mundo, acredito que estamos bem perto.<\/p>\n<p>Como eu n\u00e3o fa\u00e7o parte desta parcela do p\u00fablico, pude conferir<em> &#8220;Inglorious Hearts&#8221;<\/em> na sua integridade e me diverti bastante com ele. Investi meu tempo em cultura, dentro de uma qualidade musical balizada por compositores que sabem muito bem o que est\u00e3o fazendo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resenha de CD originalmente publicada pelo blog Avalanche Sonora Por Rodrigo Silva Nota: 08.0\/10.0 Ser\u00e1 que temos aqui o representante brasileiro do Sabaton?! Talvez sim, mas apenas se pegarmos o tema &#8220;guerra&#8221; como foco para esta an\u00e1lise. 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