{"id":59055,"date":"2024-03-05T00:25:42","date_gmt":"2024-03-05T00:25:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/?p=59055"},"modified":"2024-03-05T00:25:42","modified_gmt":"2024-03-05T00:25:42","slug":"resenha-debut-album-da-macumbazilla-em-destaque-no-site-metal-na-lata","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/resenha-debut-album-da-macumbazilla-em-destaque-no-site-metal-na-lata\/","title":{"rendered":"Resenha: debut \u00e1lbum da Macumbazilla em destaque no site Metal na Lata"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-58672 alignleft\" src=\"https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/MACUMBAZILLA-at-a-crossroads-cover-art-700x700.png\" alt=\"\" width=\"427\" height=\"427\" srcset=\"https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/MACUMBAZILLA-at-a-crossroads-cover-art-700x700.png 700w, https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/MACUMBAZILLA-at-a-crossroads-cover-art-1024x1024.png 1024w, https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/MACUMBAZILLA-at-a-crossroads-cover-art-600x600.png 600w, https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/MACUMBAZILLA-at-a-crossroads-cover-art-768x768.png 768w, https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/MACUMBAZILLA-at-a-crossroads-cover-art-1536x1536.png 1536w, https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/MACUMBAZILLA-at-a-crossroads-cover-art.png 2000w\" sizes=\"auto, (max-width: 427px) 100vw, 427px\" \/>Resenha de CD originalmente publicada pelo site Metal na Lata<\/p>\n<p>Por Caio Siqueira<\/p>\n<p>Nota: 10.0\/10.0<\/p>\n<p>Com 10 anos de carreira, o grupo curitibano <strong>MACUMBAZILLA<\/strong> lan\u00e7a seu primeiro \u00e1lbum de est\u00fadio, <em>\u201c\u2026At a Crossroads\u201d<\/em>, 7 anos ap\u00f3s seu autointitulado EP de estreia, que foi masterizado pelo grande Roy Z e tem a excelente <em>\u201cThe Ritual\u201d<\/em>. Teria o grupo conseguido manter o ritmo e mostrar mais m\u00fasicas do mesmo n\u00edvel da referida anteriormente?<\/p>\n<p>A resposta j\u00e1 se pode ter logo com a primeira m\u00fasica,<em> \u201cColossus\u201d<\/em>. Uma m\u00fasica bem \u201csuja\u201d, com boa guitarra, vocal forte, bateria quebrando tudo e o baixo se destaca bem, colaborando com excelente barulheira (no bom sentido). \u00c9 muito surpreendente que este grupo seja um trio (Andr\u00e9 Nigoski no vocal\/guitarra, Carlos \u201cPiu\u201d Schner no baixo e J\u00falio Goss na bateria), porque \u00e9 um som muito completo e bem produzido.<\/p>\n<p><em>\u201cLeave my Beer Alone\u201d<\/em> \u00e9 excelente, perfeita para um videoclipe e mostra bem o gosto \u201ccervejeiro\u201d da banda, que lan\u00e7ou sua pr\u00f3pria cerveja de teor alco\u00f3lico de \u201capenas\u201d 12,1%. Com certeza quando eu for pra Curitiba vou procurar e escutar essa m\u00fasica novamente enquanto a tomo, deve fazer uma combina\u00e7\u00e3o perfeita. A m\u00fasica tem um estilo bem <em>Hard Rock<\/em> e um refr\u00e3o muito potente, de novo, dando destaque ao vocal de Andr\u00e9 que \u00e9 muito bom.<\/p>\n<p>Com um pedal <em>\u201cwah wah\u201d<\/em> iniciando o<em> riff<\/em>, e uma pegada bem da \u00e9poca do <em>\u201cLoad\u201d<\/em> e <em>\u201cReload\u201d<\/em> do <strong>Metallica<\/strong>, <em>\u201cHellhounds\u201d<\/em> foi o primeiro Single deste \u00e1lbum, lan\u00e7ado ainda em 2019 e, pra quem ouviu ainda naquela \u00e9poca, com certeza j\u00e1 foi criando \u00f3timas expectativas sobre o que estava por vir. Tenho certeza que quem esperou desde aquela \u00e9poca, est\u00e1 plenamente satisfeito com o resultado.<\/p>\n<p><em>\u201cLadies from Mars\u201d<\/em> e <em>\u201cBlondie Phantom\u201d<\/em> t\u00eam um estilo mais alternativo, com muitas linhas de guitarras que s\u00e3o muito, mas muito boas e sempre o refr\u00e3o \u00e9 bom e poderoso.<em> \u201cZombie\u201d<\/em> com certeza \u00e9 uma m\u00fasica que merece um destaque, ainda mais que quase na reta final tem uma parte limpa com piano que ficou absolutamente genial.<\/p>\n<p>Quando quer fazer um estrago dos bons, o grupo capricha, como em <em>\u201cThe Enemy\u201d<\/em> de apenas 02:50 de dura\u00e7\u00e3o, uma pedrada, direta e r\u00e1pida assim como<em> \u201cDark Hordes\u201d<\/em> que tem dura\u00e7\u00e3o quase id\u00eantica da mencionada logo h\u00e1 pouco, mas com um estilo mais<em> \u201cmetalz\u00e3o\u201d<\/em> e guitarra pesada no refr\u00e3o. A bem animada<em> \u201cLies\u201d<\/em> j\u00e1 nos traz ao encerramento do \u00e1lbum com<em> \u201cMorningstar\u201d<\/em>, que se inicia com um bel\u00edssimo viol\u00e3o (com certeza fazendo refer\u00eancia \u00e0 hist\u00f3ria de Robert Johnson e a encruzilhada), passa para o estilo sonoro que ficou marcado no disco e termina com um maravilhoso som orquestrado.<\/p>\n<p>Sem sombra de d\u00favidas, o <strong>MACUMBAZILLA<\/strong> fez valer todo o tempo entre seus lan\u00e7amentos, porque <em>\u201c\u2026 At a Crossroads\u201d<\/em> \u00e9 simplesmente incr\u00edvel.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resenha de CD originalmente publicada pelo site Metal na Lata Por Caio Siqueira Nota: 10.0\/10.0 Com 10 anos de carreira, o grupo curitibano MACUMBAZILLA lan\u00e7a seu primeiro \u00e1lbum de est\u00fadio, \u201c\u2026At a Crossroads\u201d, 7 anos ap\u00f3s seu autointitulado EP de estreia, que foi masterizado pelo grande Roy Z e tem a excelente \u201cThe Ritual\u201d. 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