{"id":59236,"date":"2024-03-14T18:14:48","date_gmt":"2024-03-14T18:14:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/?p=59236"},"modified":"2024-03-14T18:14:48","modified_gmt":"2024-03-14T18:14:48","slug":"resenha-novo-album-da-phrenesy-ganha-avaliacao-pelo-portal-subterraneo-metal-punk","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/resenha-novo-album-da-phrenesy-ganha-avaliacao-pelo-portal-subterraneo-metal-punk\/","title":{"rendered":"Resenha: novo \u00e1lbum da Phrenesy ganha avalia\u00e7\u00e3o pelo portal Subterr\u00e2neo Metal Punk"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-57852 alignleft\" src=\"https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Phrenesy.jpg\" alt=\"\" width=\"425\" height=\"425\" \/>Resenha de CD originalmente publicada pelo portal Subterr\u00e2neo Metal Punk<\/p>\n<p>Por Johnny Freire<\/p>\n<p>Nota: 09.0\/10.0<\/p>\n<p>Como j\u00e1 sou coroa, posso ostentar que vivi a \u00e9poca \u00e1urea do <em>Thrash Metal<\/em>, nos saudosos anos oitenta. E, em pleno 2024, \u00e9 muito gratificante poder acompanhar bandas que mant\u00e9m aquele tipo de sonoridade viva, sem qualquer anexa\u00e7\u00e3o de elementos modernos, sem qualquer tipo de necessidade de buscar por inova\u00e7\u00f5es e, pior, que sigam as tend\u00eancias mercadol\u00f3gicas do momento. Est\u00e1 cada vez mais raro termos bandas que apenas querem fazer aquilo que amam, com sinceridade art\u00edstica, sem se preocupar com as opini\u00f5es alheias ao seu entorno. \u00c9 dentro deste contexto que est\u00e1 a banda brasiliense <strong>PHRENESY<\/strong>, com o seu novo \u00e1lbum <em>&#8220;Fears Apocalypse&#8221;<\/em>.<\/p>\n<p>O que eu mais gostei em <em>&#8220;Fears Apocalypse&#8221; <\/em>\u00e9 que ele soa despojado, bem descompromissado. Mas n\u00e3o me entenda errado, isso n\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo de ser mal feito, muito pelo contr\u00e1rio. Ele s\u00f3 \u00e9 &#8220;despreocupado&#8221;, algo como quando colocamos uma camiseta, bermuda e chinelos para ir a um<em> shopping<\/em> lotado em um s\u00e1bado. E \u00e9 este sentimento que cativa, porque ao n\u00e3o se levar a s\u00e9rio, a banda acaba pedindo o mesmo para o seu f\u00e3, que prontamente atende de forma natural ao pedido, durante o seu contato com o material. Este meu ponto se reflete at\u00e9 na capa, que parece que foi feita \u00e0 m\u00e3o, em uma folha velha de caderno escolar. E isso \u00e9 maravilhoso (risos)!!!<\/p>\n<p>As m\u00fasicas seguem este mesmo contexto, com temas ora divertidos e esculachados, ora cr\u00edticos, como o bom e velho <em>Thrash<\/em> oitentista sempre disseminou aos quatro cantos do globo. Partindo da\u00ed, <em>\u201cVultures\u201d<\/em> e <em>\u201cFuck the Pain\u201d <\/em>eu sinto que se sa\u00edram melhor que as demais, mas \u00e9 uma percep\u00e7\u00e3o minha e que, provavelmente, vai acabar mudando em breve, conforme eu v\u00e1 escutando mais e mais este material. Curti o lan\u00e7amento e espero que eles n\u00e3o percam este <em>feeling<\/em> sujo, descompromissado e ao mesmo tempo agrad\u00e1vel. Muito bom!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resenha de CD originalmente publicada pelo portal Subterr\u00e2neo Metal Punk Por Johnny Freire Nota: 09.0\/10.0 Como j\u00e1 sou coroa, posso ostentar que vivi a \u00e9poca \u00e1urea do Thrash Metal, nos saudosos anos oitenta. 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