{"id":62716,"date":"2026-07-16T21:45:25","date_gmt":"2026-07-16T21:45:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/?p=62716"},"modified":"2026-07-16T21:45:25","modified_gmt":"2026-07-16T21:45:25","slug":"resenha-primeiro-album-da-baiana-voidstorm-comeca-a-ganhar-espaco-na-imprensa-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/resenha-primeiro-album-da-baiana-voidstorm-comeca-a-ganhar-espaco-na-imprensa-nacional\/","title":{"rendered":"Resenha: primeiro \u00e1lbum da baiana Voidstorm come\u00e7a a ganhar espa\u00e7o na imprensa nacional"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-62717 alignleft\" src=\"https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/voidstorm-700x700.jpg\" alt=\"\" width=\"528\" height=\"528\" srcset=\"https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/voidstorm-700x700.jpg 700w, https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/voidstorm-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/voidstorm-600x600.jpg 600w, https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/voidstorm-768x768.jpg 768w, https:\/\/www.msmetalagencybrasil.com\/ptbr\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/voidstorm.jpg 1296w\" sizes=\"auto, (max-width: 528px) 100vw, 528px\" \/>Resenha de CD originalmente publicada pelo portal Fullrock<\/p>\n<p>Por Jeferson di P\u00e1dua<\/p>\n<p>Nota: 08.0\/10.0<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">A estreia em formato <em>full-length<\/em> da <strong>VOIDSTORM<\/strong> deixa claro que o quinteto baiano chegou para ocupar um espa\u00e7o pr\u00f3prio dentro do <em>Symphonic Black Metal<\/em> nacional. Oriunda de Guanambi, a banda demonstra personalidade ao apresentar nove faixas in\u00e9ditas que expandem o universo iniciado no EP lan\u00e7ado no come\u00e7o de 2026, sem recorrer \u00e0 repeti\u00e7\u00e3o de material anterior. O resultado \u00e9 um \u00e1lbum coeso, que equilibra peso, atmosfera e melodias sombrias com uma produ\u00e7\u00e3o consistente. Ao longo de toda a audi\u00e7\u00e3o, merece destaque especial o trabalho do guitarrista Leonardo Meireles, respons\u00e1vel por riffs inspirados, harmoniza\u00e7\u00f5es bem constru\u00eddas e solos que enriquecem cada composi\u00e7\u00e3o sem jamais comprometer a agressividade caracter\u00edstica do g\u00eanero.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">A faixa-t\u00edtulo, <em>&#8220;Riders of the Broken World&#8221;<\/em>, funciona como um excelente cart\u00e3o de visitas para o \u00e1lbum. Combinando passagens velozes, teclados atmosf\u00e9ricos e uma constru\u00e7\u00e3o \u00e9pica, a m\u00fasica conduz o ouvinte por uma jornada marcada por destrui\u00e7\u00e3o, caos e reflex\u00f5es sobre a decad\u00eancia da humanidade. A performance de Leonardo Meireles se destaca logo de in\u00edcio, alternando bases cortantes e frases mel\u00f3dicas que dialogam perfeitamente com os arranjos sinf\u00f4nicos, conferindo personalidade \u00e0 composi\u00e7\u00e3o e justificando sua escolha como <em>single<\/em> de divulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">Em <em>&#8220;Before the Hellish Gates&#8221;<\/em>, a <strong>VOIDSTORM<\/strong> intensifica a atmosfera obscura atrav\u00e9s de uma abordagem mais agressiva, sem abrir m\u00e3o das texturas sinf\u00f4nicas que permeiam o disco. O trabalho da cozinha r\u00edtmica sustenta com compet\u00eancia as mudan\u00e7as de andamento, enquanto os vocais de Nathan Santana refor\u00e7am a sensa\u00e7\u00e3o de tens\u00e3o proposta pela tem\u00e1tica espiritual da faixa. A banda acerta ao construir linhas que transitam entre a brutalidade do <em>Black Metal<\/em> e momentos de refinamento mel\u00f3dico, demonstrando excelente dom\u00ednio t\u00e9cnico e sensibilidade na execu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">J\u00e1 <em>&#8220;The Will is Master&#8221;<\/em> apresenta uma faceta ainda mais din\u00e2mica da banda, explorando contrastes entre passagens intensas e momentos de maior respiro, sempre mantendo a identidade constru\u00edda ao longo do \u00e1lbum. A composi\u00e7\u00e3o evidencia o amadurecimento da <strong>VOIDSTORM<\/strong> na elabora\u00e7\u00e3o dos arranjos e refor\u00e7a a preocupa\u00e7\u00e3o do grupo em evitar f\u00f3rmulas repetitivas. Ou seja, o grupo entrega um trabalho de alto n\u00edvel, imprimindo personalidade aos riffs e conduzindo os solos com precis\u00e3o, bom gosto e um senso mel\u00f3dico que acrescenta profundidade \u00e0 m\u00fasica.<\/p>\n<p><em>&#8220;Riders of the Broken World&#8221;<\/em> representa uma estreia extremamente promissora para a <strong>VOIDSTORM<\/strong>. A banda demonstra seguran\u00e7a na execu\u00e7\u00e3o, compet\u00eancia na composi\u00e7\u00e3o e maturidade para desenvolver uma identidade pr\u00f3pria dentro do <em>Symphonic Black Metal<\/em>. Com uma produ\u00e7\u00e3o equilibrada, m\u00fasicos inspirados e um repert\u00f3rio consistente, o grupo baiano entrega um trabalho que certamente desperta aten\u00e7\u00e3o al\u00e9m das fronteiras nacionais. Se este primeiro \u00e1lbum serve como indicativo do caminho que a banda pretende seguir, o futuro reserva perspectivas bastante animadoras.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resenha de CD originalmente publicada pelo portal Fullrock Por Jeferson di P\u00e1dua Nota: 08.0\/10.0 A estreia em formato full-length da VOIDSTORM deixa claro que o quinteto baiano chegou para ocupar um espa\u00e7o pr\u00f3prio dentro do Symphonic Black Metal nacional. 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